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10/03/2018

MEUS PÊSAMES


Saudade que expulsam lágrimas, saudade que não passa e nem quero,vejo a vida como uma dádiva divina e que em meio a falta e a saudade ígnea  os meus passsos ficam lento pois a vida me fez acostumar com este vasio  que preenche minha história que continua sendo escrita com a permissao do Criador que nos dar o seu espírito Santo para acalentar nossos prantos e enchugar estas lágrimas que não cessa de dizer o quanto foram marcantes em nosso viver e que foram colhidos pelo curso da vida que  levou embora, e os tornaram eternos nas lembraça e  um ausente presente  que atordoa nosso íntimo de tanta saudade, de uma querencia impossivel mas de uma certeza incotestavel. Fizeram uma viagem sem minha permição.As lebrança as lágrimas nos dar certeza do quanto somos humanos, agora fico escondido na história de alguém que será sempre parte do todo e a vida merece ser vivida com intensidade carregada de fios que nos  liga as virtudes sacra da humanidade que a vida nos disponibiliza no compasso da existência.As  muitas lágimas molhadas de saudades mostra que somos humanos. Precisamos prosseguir vivendo a vida bem vivida. Um Abraço bem abraçado, de alguém que sente a falta da sua mãe e do seu irmão mais velho  que comprou fiado um livro que tinha uma música: aquarela brasileira. são as cores dos meus sonhos desde criança.

A ponte I
A vida,parece ter sentido esse mecanismoEscrito  várias vezes em meus rabiscos.Passa mais rápido que o tempo.Daí resolvi trocar vida por eternidadeAgora sim falo de algo sem fim.Deslizamos anos após anos em direção a ponte,Todos os caminhos nos levam a elas.Gêmeas de anatomia distinta,Divergem os atalho em dos caminho,E aponte nos leva a uma das eternidades A religião, re-ligação entre o homem e Deus,Garantia das eternidades decidida  aqui.Elas são os dois caminhos que passa pela ponte.Deus filho, religião única que nos resgata,E nos entregará seguro ao autor A ponte II Eternidade, que sonhamos e almejamos,Nossas  ações ecoa nela.Eternidade que ignoramos e alcançamos,Palavra desconhecida por milhares.Eternidades, onde ficarei?Na  vida que vivi, não te busquei. Elas são gêmeas feitas pelo criador.Fiz tantas coisas, alcansei objetivos.Elas estavam diante de mim.Quando eu partir façam uma festa após.Falam para todos dos evangelhos,E os levem a conhecer de perto,Á  Deus, os evangélios, as eternidades. Que felicidade estarei sentindo.E o que fiz para gozar disso.Que nos encontraremosSe fizerem o que eu fiz.Morte, ponte para eternidade.Uma ponte, duas passágens, dois cminhos,Dois fins eternos, internam a alma para sempre. Neste ou naquele caminho, levará à elas.Eternidade, dos loucos e censatos.Intelectuais, leigos poliglotas, amantes,Assassinos, viciados, inocentes, poetas, deuses.O encontro com Deus é inevitável.Livre arbítrio, a decisão está na tua mão,Até  que tenhamos que atravessar a ponte.
  • (Denival Matias) 



domingo 03 novembro 2013 21:57

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