A riqueza de ser poeta.
Ninguém rouba meu poetizar
Nem minha aquarela de compor canções
Nem o gosto de descobrir um novo acorde
E de caminhar sobre esta emoção.
Daqui ninguém me rouba
Nem a felicidade de amar
Que Junto a tudo isso, se fundirá à lájea quente da
imortalidade.
Que aos poucos vai renascendo na reinvenção pelas
almas humanas,
Onde nunca morrerá na estrada infinita da história
D.MatiasR.P. pag145

Nenhum comentário:
Postar um comentário