24/03/2017

A humanidade é abençoada por preservar a verdade da real existência do Cristo Jesus filho de Deus




O conto da Cruz 

Depois dos trovões de gritos “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Os seus pés seguem cambaleando um após o outro
em direção ao fim do início.
Suor, respiração ofegante.
O sol fugia depressa para seu esconderijo transparente
No fim daquele dia, ele iria adormecer, pra ver a terra se remexer como se absorvesse toda aquela dor, sem suportar, implodiu num suspirar de dor e aplauso entre lágrimas de emoção.
Pernas quase travando de câimbras
[...]nos vasos a ausência de potássio, desidratação aguda, e, com as pernas quase travando empurra seu próprio corpo arrastando com a força do coração.
Em meio a poeira dos pés cansados, sobe num esforço que parecia estar rascando seu estômago vazio, seus ouvidos sufocado pelos zumbidos de zombaria e escárnio que ecoava no caminho do caveira da morte pela gravidade na ladeira e empurrado pelo peso da árvore morta desabada sobre seu tronco coberto de suor
O canto dos fios dos chicotes que remexia seus músculos que choravam sangue até seus poros perderam a força de tanto desidratar seu corpo.
Lá vai o filho do carpinteiro São José e da Virgem Maria. Aquela graça de menina que Deus teve como recipiente pra geração de um Deus Homem.
Lá vai Ele Agora descendo a ladeira da cruz. Às margens do caminho pedregoso cercado feito muralhas, pelos olhares petrificados que o acompanhavam, seus passos rastejantes, sem razão pra interferir. Ali estava o amor sendo castigado, a rosa tendo suas pétalas machucadas, moídas até gotejar a vida que ganhara de Maria, ia se esvaindo pelo caminho pedregoso. As pontas do seus dedos foram triturada parcialmente pela pedras do caminho, a derme que ia se soltando dos músculos e se misturando ao sangue.*DenivalMatias)

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