08/09/2018

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07/09/2018

IEAB 72ANOS, DESDE 7 DE SETEMBRO DE1946




PARABÉNSO AOS 80 MIL MEMBROS EM 20 NAÇÕES
IEAB

7 DE SETEMBRO, DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL






WIKPÉDIA(SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL)


Desabrocham em ti rosas flores,
Entre teus edifícios, o verde, animais.
O canto do irapurú ecoa sublime.
Tuas dunas são companhias românticas.
Sou teu filho e sofro estas horas todas.
Vi teu coração nos jornais,
Corrompido pela ganância
Dos que por ti foram elevados.
Usaram as forças que adquiriram com teu ouro,
E agora maltratam teu corpo gentil.
Prostituíram tua alma marcada pela história,
Ignoraram a ordem no progresso,
Traficam teus órgãos entre eles.
Ficaram milionários e tentam fugir.
Pátria minha! Te amam por interesse!
São materialistas desumanos.
Enquanto isso, teus filhos pequenos choram,
Buscando nas ruas um pedaço de sonho.
Nasceram alguns filhos teus néscios,
E deixaram em teu interior venenos
Que consome tua fortuna.
Tua beleza está coberta
Pelo manto corrosivo da ambição.
Agora tu gemes sem solução a vista.
Oh, pátria minha! Sou teu filho e sofro.
Tivestes teus primeiros filhos corruptos,
Teus programas estão infectados por vírus,
Que deixam cinza teu verde e amarelo.
Teu azul ficou sem vida,
Tua faixa branca sucumbiu o progresso da ordem.
Tuas estrelas se apagam tão cedo.


(Denival Matias), rabiscos de poesias.

06/09/2018

FELICITAÇÕES VAI PARA:(Aqui mais homenagens)


MENSAGEM AOS ANIVERSARIANTES DO MÊS
Baixar mensagem Aqui(ÁUDIO)




Não quero que seja apenas mais um dígito na minha teia das amizades virtual. Sou grato ao Criador Deus por poder celebrar com você dia, mês e ano do teu nascimento neste jardim de poesia chamado “vida”. Nesta data, tudo a tua volta amanheceu mais lindo e intenso: as nuvens, o sol, o céu os seres vivos e brutos, para celebrar o dia que você desabrochou para vida respirando o ar pela primeira vez com um choro, estranhando a vida fora do casulo materno.  Que você e tua família tenham muitas conquistas e muitos sonhos   realizados no palco da vida, nesta cena de 365 dias, nesta página que se chama ano. 






SOBRE O AUTOR

ESCRITOR
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CURRÍCULO

TEXTOS LITERÁRIOS:(PROSA, CANTOS CRÔNICAS E CANTOS)



TEXTOS LITERÁRIOS:(POESIA CRÔNICAS E CANTOS)


 A GALINHA CÓCÓ[INFATIL]

A galinha cócó todos os dias colocava seus ovos no ninho, naquele mesmo lugar. Não sabia contar, mas percebia que todos os dias só havia um único ovo. Um dia seu dono pensou: vou alegrar cócó. Pegou uma dúzia dos ovos que todos os dias ele guardava pra as aves gulosas não comerem, e pós no ninho de cócó bem cedo ante de ela ir para o ninho.
Uma surpresa. Cócó chegou e deu uma cacarejada bem alta, alegre por tatos ovos  juntos.
Que ovos tão lindos! Vou pôr mais um pra completar( pra completar uma dúzia?)
Neste Momento o Galo, chefe do quintal  veio com as asas abertas, quase voando socorrer a cócó, mas ela começou a cantar a música das galinhas que põe ovos”cóo,cóo, cóo!
neste instante surgiram galinhas de todos os lados, grades e pequenas brancas pretas com pintas nas penas .
Houve  uma festa no quintal, durante a festa cacarejou cócó:
-agora posso parar de fabricar ovos, estou de licença.
Todos se espantaram   e ficaram com  cara e bico tristes.
- cócó explicou: não família vou colcar estes ovos para nascer  meus novos filhotinhos pretos e amarelos.

Menos de quatro semanas já se ouvia o piar dos recém nascidos escondidos nas penas de Cócó





Os três Anjos 

Eu vi três flores mergulhadas na introspecção
As imagens psicológicas  idênticas, se estendeu sobre meu lado paterno da minha alma avassalada  por absorver aqueles rostos angelicais eminente
Olhares revestidos de mistérios não de segredo pós com as duas janela da alma se desabrocharam feito uma flor, todas cobertas por seus fios de mistérios oníricos prateados de sonhos estrelares
A filosófica a Esteta e a Intelectual,
 Uma não vi seu riso a outra sentir em meio aos seus mistérios
 O perfume da perfeição, cabelos pele, lábios de mel, serena da cabeça aos pés, A Intelectual, beleza angustiada, a princesa maculada, e como um tornado Elas invadiram o meu “eu” lírico aquele olhar de insegurança e medo um estado de pranto e de bravura tentando se encontrar naquele vazio desértico que meus versos não podem alcançar, nem meus olhos podem abraça-la ou enxugar suas lágrimas tranquila, e desesperadas com meus versos. Um olhar contente e distante
Três seres distintos e iguais
Quanto avistei aquele semblante na TV Um dia 25 de Fevereiro de um ano,
conseguir me despir totalmente da natureza humana e quis protege-la daquela incerteza que saltava do seu olhar que se misturava a fé e a circunstância sombria.
Enxerguei três anjos que a partir de hoje viverá no mistério do silêncio oculto que sou.
Aquela voz trêmula expulsando lágrimas sofridas
Lagrimas que vi em muitos rostos na minha saga do cotidiano
Vi na última, uma adolescente desesperada, Uma menina desprotegida pelo seu caminho
Numa estrada com muitas saídas, mais o seu caminho sumiu diante dos seus pés. Foi o que meus olhos viram, sem poder nada fazer só lembrei-me das outras e daquelas que protegi com o meu amor agora só existem nas lembranças do poeta. A elas ofereço o que posso: todos os meus versos de Amor.

*Denival Matias
(Crônica de Denival Matias
Aos três Anjos Invisíveis do caminho)



Uma flor chamada Azuerk.

Uma rosa silenciosa, cheia de segredos secretos, sua alma bela cercada pelos fatos, desabrochou num silêncio estonteante entre os vales de  jacobina quando  o vento balançou suas pétalas  cheias de silêncio, com um tom  de azul- marinho. Lentamente  balançava  suas folhas, mas um balançar  silencioso descompassado. Cada compasso de  sua alma exalava mistério que tatuavam sua  memória rabiscada pelo tempo. Mas a flor é perfumada de sonhos. Um cofre  a sete chaves, onde estão seus tesouros: sentimentos   revestidos de amor preservado dentro de um silêncio que se soltam com um vento de um olhar que parece demorar de chegar. Que decodifica  os sentimentos secretos, fazendo desabrochar num vale de puro sentimento.

 Um   amor tão sublime, que alimente seus sonhos como  uma chuva de paixão formando um rio desaguando no portal de sua alma, levando embora os sentimentos nocivos,  deixando suas pétalas mais azuis com um tom angelical, de uma alma repleta de sonhos cor de rosa.  Um  universo azul feito o mar,  que se esconde em seu mundo de Amor, num casulo costurado de temores se negando a  falar de amor.

Mesmo assim percebo que seu perfume é raro. Sua serenidade revela sem querer seu jeito natural de querer ser amada deixando escapar uma essência misturada de adolescência, uma flor que se eternizará  no lirismo da minha alma de poeta. Um balançar dengoso comedido escondido nos gestos espontâneo da flor.

Fechada como um botão de rosa esperando o raio de sol das manhãs para se abrir espalhando seu perfume pelo jardim que alimenta o tempo todo seu lindo broto. O que faço pra ver o interior da flor sem  tocar suas pétalas? Pela poesia, única maneira legal de visitar o seu secreto  vale  onde a  flor se esconde protegida pelas  marcas de um tempo que veio , foi, e se encarregou de cicatrizar as feridas no mundo da flor.

Mesmo assim contemplei muita beleza em seu jeito simples de querer ser amada, de desejar que o amor goteje em sua alma, feito orvalho da manhã; nutrindo todo seu ser lírico  que  anjelicalizou por inteiro esse coração no desabrochar  de cada dia, no compasso da teia humana. Uma  flor, ninfa nascida no jardim enfeitado de amor.

Existe uma aquarela de  sentimentos que denota toda sua sensibilidade. Os    dias vão passando lentamente, e ela querendo se perder ao encontrar o trem que a levará pelas estradas das fantasias que  o amor rabiscou em seu coração ainda na adolescência agora se forma uma teia com fios de realidades dourados de sonhos.  A flor se situa na realidade e deixou a conotação, por um pouco de tempo, visitei o cantinho dos seus sentimentos.

Quando  passei próximo a ela uma janela se abriu só pra mim, e dela saíram palavras de quem confia; de quem se parece. Ela caminhou pelos meus rabiscos poéticos sacodindo suas pétalas  ao perceber a essência do meu eu. O verossímil, que denuncia a catarse das almas, em busca do que já encontrou e a cada dia se perde no sofrimento passional.

Como posso ser o que o “eu” quer ser, vou sendo artista e fazendo dos seus rabiscos de beleza um jardim de palavras onde ela se humanifica e vive no meu mundo real, desenho seus traços, seu  perfume, sua sombra e permito que ela brinque  no mundo só nosso. Onde a flor e o poeta podem viver eternamente, mergulhado na inocência de  um  tempo. Uma história sucumbida no tempo presente, sem começo nem fim.

*quarta 04 dezembro 2013 10:54

05/09/2018

01/09/2018

12/08/2018

HOMENAGENS PÓSTUMAS A UM PAI[ PAINHO]

FELIZ DIA DOS PAIS


Pai ,
 
A vida  me fez  te perder  duas  vezes ,
mais  uma vez  te  perdendo  te encontrei  pra sempre
 e a eternidade  te sequestrou
   e eu  fiquei aqui  pra continuar  nossa  história
Quando  subir no  meu  palco   pela  primeira  vez  em 2004  O senhor  esteve  lá  pra cconstruir   o palco
 na minha  Graduação  lá  estava me vendo  vencer  quase  tudo  na vida 
de um  negro  menino
Celebrando  minha  conquista  de ser  um professor  universitário  O Sr. Estava lá  me vendo  cantar ,
 Mas  tudo  isso  foi pouco  do que  eu poderia viver  somar  multiplicar  tudo  isto  por mil vezes  e viver
Antes  do fim  [...]




23/07/2018

Menino é escritor com apenas 6 anos de idade | Jornal SBT Brasília 16/07...

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18/07/2018

BOAS VINDAS


Um dia você me viu e eu te olhei 
Achei que contemplastes tudo que havia em mim
 Minha maneira de recriar a realidade observar o ir e vir das pessoas
 E eu queria falar de você, mas meu jeito tranquilo só escreve. 
Queria que rompesse essa barreira transparente que existe nos meus gestos tranquilo de te olhar. Você não me ver, estou escondido na tranquilidade, na introspecção do desejo de ser lido por você. Daí talvez eu te conquistasse mesmo sendo o que sou. 
Se penso em você, me embaralho nos versos;
 se penso menos, me entrelaço no romantismo do meu eu. 
Quando não canto; escrevo; quando não escrevo; penso;
Quando não penso; sou todo você, e minha alma se despe da timidez e te amo. 
Te amo sozinho, no frio de um silêncio apaixonado. 
Com meu jeito quieto te olho disfarçado.
A minha voz quase não se ouve, observo tudo, e acaba nas pautas do meu caderno de escrever 
ou nas composições com o meu negro violão. 
Você segue ligeira e eu tranquilo.
 Quando escutas minhas palavras, ficas como és. 
Em meu silêncio, não te enxergo, escondido na minha timidez de poeta observador.

*Livro Resquícios de Poesia,[Apresentação]

17/07/2018

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Este romance é baseado em histórias reais, sob o olhar de um porteiro que, de segunda a sábado, observava a vida em frente a um portão de escola. Vivendo entre as mais belas flores, ele via crianças tornarem-se adolescentes, retrata as situações vividas pelos adolescentes dessa escola, e dos que passavam em frente a ela. O escritor se depara com os soluços da humanidade à procura de um amor libertador, onde a felicidade não seja passageira, e a poesia seja o alimento dos corações apaixonados. Ele percorre os caminhos dos jovens e dos pais destes. O escritor nos leva a uma reflexão sobre a educação familiar, a vida amorosa dos adolescentes, em uma trama de histórias e poesias na modificação de uma realidade vivida por muitas garotas, do século XXI. Você irá mergulhar em uma história quase impossível de acontecer, na qual o autor nos remete a uma análise crítica do ambiente familiar e de sua importância na formação do caráter dos adolescentes. Ele perdeu sua mãe aos três anos, seu pai o abandonou com cinco, mas ele sobreviveu a tudo isso, e vive uma linda história de amor em pleno século XXI. O autor nos faz ir em busca de paradigmas compatíveis a um humanismo puro e reflexivo sobre a condição humana, além dos valores inerentes a isto para se estabelecer uma harmonia que venha a produzir uma consciência mais humana, em meio a esta massa capitalista, onde o amor é só uma história contada nos filmes e nas novelas na TV



Detalhes do produto
  • Capa comum: 92 páginas
  • Editora: Biblioteca24horas; Edição: 1 (21 de janeiro de 2011)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8578936868
  • ISBN-13: 978-8578936860
  • Dimensões do produto: 21 x 14 x 0,4 cm
  • Peso de envio: 145 g
  • Avaliação média: Seja o primeiro a avaliar este item 

https://www.amazon.com.br/gp/product/8541606872/ref=ox_sc_mini_detail?ie=UTF8&psc=1&smid=A25DVZQT30S1S2
UEFS-Biblioteca Julieta Carteado(2008)1ª ExporsiçãoJazem aqui, os versos que se soltaram dos lábios meus e agora repousa na minha alma ensopada por este amor real que deixa meu humilde ser submergido pela ígnea paixão. Nos momentos que escrevo que leio meus versos, sou por inteiro poesia. Uma vida avassalada pela ternura dos laços afetivos que transparece num momento único quando os olhos observa o desabrochar de uma rosa vermelha, quando nos apaixonamos como o romper da aurora que depois vai e volta, no silêncio do despertar do sol, e no fim de uma noite fria, que enfeita todo o espaço das nossas emoções. Estas palavras que desabam sobre estas páginas brancas , numa coreografia intensa que nos faz bailar nas águas do amor, que banha nossas almas apascentada por uma saudade silenciosa por um pasto verdejante. Desliza pelos sentimentos provocados pelos momentos intensos que humaniza nossa existência e Deus fica pela singeleza de saber amar. Nos meus rabiscos, encontrei o espaço para falar da beleza, dos sorrisos, dos corações adolescentes, das mulheres dengosas e sensual que amei. Me perdi neste devaneio, neste céu que alço voos sem destino. Das fagulhas de lirismo que escorregam como cachoeira sobre as paginas da minha vida. Não aguentando mais ficar calado escrevo despindo minha alma tatuada de lembranças. Agora procuro o silêncio de um canto, envolvendo-me num silêncio lírico pra escrever estes versos contemporâneos que as vezes rima, lirismo agudo, drama, religiosidade, sentimento dos mais límpidos, entrelaçado nessa teia humana.


Detalhes do produto
  • Capa comum: 150 páginas
  • Editora: Biblioteca24horas; Edição: 1 (5 de junho de 2014)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8541606872
  • ISBN-13: 978-8541606875
  • Dimensões do produto: 21 x 14 x 0,7 cm
  • Peso de envio: 209 g
  • Avaliação média: Seja o primeiro a avaliar este item 




22/05/2018

DIA DO TRABALHO HOMENAGEM-2018


Dia do trabalho 2018

Dia internacional do Trabalho

                                                                                                                                *Denival Matias

O tempo  vai girando nas catracas das horas que empurra os ponteiros pra frente da vida, e  ela vai perseguindo o tempo  num vigor humano que  condensa a vida no ser e no fazer

Viver, sempre foi uma tarefa árdua desde os tempos das cavernas, que requer um trabalho minucioso, um fazer para a posteridade, cada ação planejada e executada com zelo e esmero. Se Atualizando se moldando sem fugir da existência humana, que é a poesia da vida, gerada no casulo materno.

Parabéns para as famílias brasileiras que faz a vida ser   todos os dias. Que o arquiteto do Universo proteja a cada família, e que os frutos do ventre,  goze o direito de viver um mundo muito melhor enfeitado pela natureza, num  universo feito para os humanos, que mesmo antes da concepção já sejam detentores do direito de " ir e vir" pra trabalharem no "fazer  a vida"


Lute e viva, Viva, e Lute. Com o coração, com o poder do amor, para ter o direito de fazer a vida após a  concepção, este é um trabalho pra todos nós. Para que ela não percamos a essência da Criação no refazer   das histórias
Parabéns para os trabalhadores desta empresa que se chama “vida”


[
Imagem da internet

19/04/2018

UEFS DIVULGA A 7ª CHAMADA(PROSEL 2018.1)

A Universidade Estadual de Feira de Santana divulgou  do último vestibular

https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/uefs-divulga-lista-de-aprovados-em-7-chamada-do-vestibular-20181-matricula-deve-ser-feita-na-quarta-18.ghtml

10/03/2018

15 DE OUTUBRO, DIA DO PROFESSOR




No compasso do saber.

O saber ninguém pode roubar, fica escondido onde moram as lembranças as saudades. A busca do conhecimento, é uma estrada que se inicia tão cedo, onde o universo é o limite. Um quebra cabeça, onde as peças são encaixadas lentamente. As canções enfeita nossa estrada feita a uma muralha de cerejeira florescida perfumando o cotidiano da nossa existência. Veementes lembranças, é como tatuagem hiperbolizando a saudade que não se tange, é como uma chama ígnea escarlate que sincroniza as amizades costurando com fios de diamante a teia humana na engrenagem do saber.

Como uma sílaba tônica, o tom agudo de uma canção que grita feito acento agudo  e assim     se apresentam. Como palavras recheadas de gestos, que se desabrocham feito flores no jardim da existência.

Sendo Mestres, companheiros, Amigos Irmãos, ensina os primeiros passos, e depois a continuar a caminhada. Sinalizam as estradas, os espaços onde voaremos rumo ao infinito mundo do aprendizado. 






quarta 16 outubro 2013 19:53

MEUS PÊSAMES


Saudade que expulsam lágrimas, saudade que não passa e nem quero,vejo a vida como uma dádiva divina e que em meio a falta e a saudade ígnea  os meus passsos ficam lento pois a vida me fez acostumar com este vasio  que preenche minha história que continua sendo escrita com a permissao do Criador que nos dar o seu espírito Santo para acalentar nossos prantos e enchugar estas lágrimas que não cessa de dizer o quanto foram marcantes em nosso viver e que foram colhidos pelo curso da vida que  levou embora, e os tornaram eternos nas lembraça e  um ausente presente  que atordoa nosso íntimo de tanta saudade, de uma querencia impossivel mas de uma certeza incotestavel. Fizeram uma viagem sem minha permição.As lebrança as lágrimas nos dar certeza do quanto somos humanos, agora fico escondido na história de alguém que será sempre parte do todo e a vida merece ser vivida com intensidade carregada de fios que nos  liga as virtudes sacra da humanidade que a vida nos disponibiliza no compasso da existência.As  muitas lágimas molhadas de saudades mostra que somos humanos. Precisamos prosseguir vivendo a vida bem vivida. Um Abraço bem abraçado, de alguém que sente a falta da sua mãe e do seu irmão mais velho  que comprou fiado um livro que tinha uma música: aquarela brasileira. são as cores dos meus sonhos desde criança.

A ponte I
A vida,parece ter sentido esse mecanismoEscrito  várias vezes em meus rabiscos.Passa mais rápido que o tempo.Daí resolvi trocar vida por eternidadeAgora sim falo de algo sem fim.Deslizamos anos após anos em direção a ponte,Todos os caminhos nos levam a elas.Gêmeas de anatomia distinta,Divergem os atalho em dos caminho,E aponte nos leva a uma das eternidades A religião, re-ligação entre o homem e Deus,Garantia das eternidades decidida  aqui.Elas são os dois caminhos que passa pela ponte.Deus filho, religião única que nos resgata,E nos entregará seguro ao autor A ponte II Eternidade, que sonhamos e almejamos,Nossas  ações ecoa nela.Eternidade que ignoramos e alcançamos,Palavra desconhecida por milhares.Eternidades, onde ficarei?Na  vida que vivi, não te busquei. Elas são gêmeas feitas pelo criador.Fiz tantas coisas, alcansei objetivos.Elas estavam diante de mim.Quando eu partir façam uma festa após.Falam para todos dos evangelhos,E os levem a conhecer de perto,Á  Deus, os evangélios, as eternidades. Que felicidade estarei sentindo.E o que fiz para gozar disso.Que nos encontraremosSe fizerem o que eu fiz.Morte, ponte para eternidade.Uma ponte, duas passágens, dois cminhos,Dois fins eternos, internam a alma para sempre. Neste ou naquele caminho, levará à elas.Eternidade, dos loucos e censatos.Intelectuais, leigos poliglotas, amantes,Assassinos, viciados, inocentes, poetas, deuses.O encontro com Deus é inevitável.Livre arbítrio, a decisão está na tua mão,Até  que tenhamos que atravessar a ponte.
  • (Denival Matias) 



domingo 03 novembro 2013 21:57

CONTO: UMA FLOR CHAMADA AZUERK



Uma flor chamada Azuerk.

Uma rosa silenciosa, cheia de segredos secretos, sua alma bela cercada pelos fatos, desabrochou num silêncio estonteante entre os vales de  jacobina quando  o vento balançou suas pétalas  cheias de silêncio, com um tom  de azul- marinho. Lentamente  balançava  suas folhas, mas um balançar  silencioso descompassado. Cada compasso de  sua alma exalava mistério que tatuavam sua  memória rabiscada pelo tempo. Mas a flor é perfumada de sonhos. Um cofre  a sete chaves, onde estão seus tesouros: sentimentos   revestidos de amor preservado dentro de um silêncio que se soltam com um vento de um olhar que parece demorar de chegar. Que decodifica  os sentimentos secretos, fazendo desabrochar num vale de puro sentimento.

 Um   amor tão sublime, que alimente seus sonhos como  uma chuva de paixão formando um rio desaguando no portal de sua alma, levando embora os sentimentos nocivos,  deixando suas pétalas mais azuis com um tom angelical, de uma alma repleta de sonhos cor de rosa.  Um  universo azul feito o mar,  que se esconde em seu mundo de Amor, num casulo costurado de temores se negando a  falar de amor.

Mesmo assim percebo que seu perfume é raro. Sua serenidade revela sem querer seu jeito natural de querer ser amada deixando escapar uma essência misturada de adolescência, uma flor que se eternizará  no lirismo da minha alma de poeta. Um balançar dengoso comedido escondido nos gestos espontâneo da flor.

Fechada como um botão de rosa esperando o raio de sol das manhãs para se abrir espalhando seu perfume pelo jardim que alimenta o tempo todo seu lindo broto. O que faço pra ver o interior da flor sem  tocar suas pétalas? Pela poesia, única maneira legal de visitar o seu secreto  vale  onde a  flor se esconde protegida pelas  marcas de um tempo que veio , foi, e se encarregou de cicatrizar as feridas no mundo da flor.

Mesmo assim contemplei muita beleza em seu jeito simples de querer ser amada, de desejar que o amor goteje em sua alma, feito orvalho da manhã; nutrindo todo seu ser lírico  que  anjelicalizou por inteiro esse coração no desabrochar  de cada dia, no compasso da teia humana. Uma  flor, ninfa nascida no jardim enfeitado de amor.

Existe uma aquarela de  sentimentos que denota toda sua sensibilidade. Os    dias vão passando lentamente, e ela querendo se perder ao encontrar o trem que a levará pelas estradas das fantasias que  o amor rabiscou em seu coração ainda na adolescência agora se forma uma teia com fios de realidades dourados de sonhos.  A flor se situa na realidade e deixou a conotação, por um pouco de tempo, visitei o cantinho dos seus sentimentos.

Quando  passei próximo a ela uma janela se abriu só pra mim, e dela saíram palavras de quem confia; de quem se parece. Ela caminhou pelos meus rabiscos poéticos sacodindo suas pétalas  ao perceber a essência do meu eu. O verossímil, que denuncia a catarse das almas, em busca do que já encontrou e a cada dia se perde no sofrimento passional.

Como posso ser o que o “eu” quer ser, vou sendo artista e fazendo dos seus rabiscos de beleza um jardim de palavras onde ela se humanifica e vive no meu mundo real, desenho seus traços, seu  perfume, sua sombra e permito que ela brinque  no mundo só nosso. Onde a flor e o poeta podem viver eternamente, mergulhado na inocência de  um  tempo. Uma história sucumbida no tempo presente, sem começo nem fim.

quarta 04 dezembro 2013 10:54